Inspire-se!

Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente, você estará fazendo o impossível.

São Francisco de Assis

.........................................................................................................

domingo, 30 de maio de 2010

Quando Nascer o Sol



Minhas mãos fechadas.
Temendo deixar escapar esses momentos.
Escuto as marteladas no peito
E desvio o olhar.
Desvio meus passos.

Lábios cerrados.
Nenhuma palavra será dita mais neste dia.
Até que se chegue o ocaso.
Na escuridão se vê o medo.
Sob a lua se revela a fobia.

Até que o sol nasça
E tudo renasça.

Braços erguidos.
Dançando sob o céu,
Elevando a alma até a mais fina nuvem.
Penetrando a mais misteriosa cripta do meu ser.

Sorrir e sonhar.
Esses são meus passos.
Inspirar o ar e abraçar a luz do sol.
Sentir nascer um elo dentro do peito.
E ao erguer meus braços.
Ligar minha alma a tua.

domingo, 23 de maio de 2010

Não Escondas



Não escondas mais de mim
Tudo aquilo que está entalado na tua garganta.
Eu sei que queres deixar fluir as palavras.
E eu venho buscando a maneira de entender
Essas coisas que quase ninguém entende.
Olho por todo canto e as mesmas imagens aparecem.
Como eu amo isso. Ah! Como eu amo.
Essas imagens são tão reais e tão iluminadas
Pela tua luz natural e pela luz que nasceu em mim.
Não vou mais esconder meus sentidos.
Meu peito preenchido,
Meu olhar atrevido,
Meu sorriso incontido no peito
E novamente meu peito preenchido de doçura,
Levam-me nesse movimento cíclico
A desejar estar sempre contigo.
Só não escondas mais de mim teu sentimento,
Pois não te esconderei meu amor.

Abrasa o Meu Peito



Deixa-me sentir o calor
Que mostrará o quanto estou vivo
E o quanto preciso viver.

Abraça-me agora.

Abrasando o meu peito
Uma chama de intensidade voraz.
Trazendo forças para as minhas asas.
Fluindo meu sangue rapidamente por minhas veias.

Sentindo o ar voltar aos pulmões,
Suspiros nascendo dentro do peito.
A eloqüência nas palavras.
O doce sabor do olhar.

Abraça-me agora.

Revela para mim todas as nascentes do teu coração.
De onde flui todo sentimento.
E onde deságuam as palavras contidas no teu interior.
Meu rio precisa do teu mar.
Teu mar é dono do meu rio.

Abraça-me agora.
E me deixa sentir o calor
Que mostrará o quanto estou vivo
E o quanto preciso viver.
Porque você abrasa meu peito.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Amizade


São confissões, cumplicidades,
Momentos compartilhados dia após dia,
Madrugada após madrugada.
Dela uma irmandade pode nascer.
Podemos ser irmãos,
Mesmo que tenhamos sido gerados
Por mães diferentes, mas que por serem mães
Compartilham esse dom em comum.
E então nascem os irmãos de mães diferentes.
Que podem morar ao lado
Ou podem morar a loucos quilômetros de distancia.
Não importa, o que importa é a amizade que se formou
E o laço de cumplicidade que se fez desde então.
E os
Dias podem passar,
As horas correr,
Na mesma sincronia que as palavras fluem.
Nesse mundo onde o os sentimentos foram deixados de lado
Eu digo:
Possuo um amigo, a quem devo muitas das minhas alegrias.
E essa amizade se tornou tão incomum, que não somos amigos apenas,
Somos IRMÃOS de alma e coração.

Por isso e por muito mais eu digo: Te amo IrmãoO
Feliz AniversáriO! Deus te abençoe.

domingo, 16 de maio de 2010

Pela Luz de Um Anjo



Ele se encontrava em um poço obscuro,
A solidão o assustava em demasia.
Recolhido no canto do quarto
Sentindo a umidade do ar lhe penetrar as narinas.
As pálpebras pesaram até que ele adormeceu.

Os olhos se abriram tocados por uma fina lâmina de luz
Que penetrava a fresta da janela e lhe chegava aos olhos.
E ele sentira uma mão a lhe aquecer o peito.
Já não estava só, encontrava-se ao seu lado um ser.

Um ser que aos poucos fora se enchendo de luz.
Um clarão de magnitude ímpar.
Uma mão estendida, um coração doado.
E a solidão já não o assusta mais.

E há um sentimento plantado
Que germina
 Regado pela luz do anjo dele.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Acredite




Adoro a forma como me encanta.
Soltando as amarras de um passado ferido.
Fazendo-me querer ver além do presente,
Olhar um horizonte refletido no meu sorriso.
Você tira minha dor, neutraliza o veneno.

Acredite.
 Você tira meu veneno.

Os sonhos vão ressurgindo.
Meus lábios encontraram novamente o sorriso.
E meu céu está tão azul, da cor dos olhos da alma.
E tudo passou a ter novo sabor.
Quão doce se tornaram as palavras.

E acredite.
 Você tira meu veneno.

Acredite... Nada foi dito da boca para fora.
As verdades fluem junto aos suspiros
Emitidos do peito. Gerados nos átrios.
Onde estiveram por muito tempo
Esperando o momento em que
Você surgisse para tirar minha dor
E neutralizar o veneno.

Acredite.
Você é responsável por minha cura.

domingo, 9 de maio de 2010

Porque Mãe é um Pedaço Enorme do Céu



É tão incomum esse amor comum. É uma contradição estranha, mas real. Amor de mãe é algo que as verdadeiras mães têm, mas cada um é único, singular. Umas mães são corujas demais, e como são! Outras deixam filhos voarem livres, mas com um aperto no coração. Há aquelas que são mais amigas dos filhos do que mães mesmo. Tem aquelas que são mais sérias, porém sempre deixam escapar um sorriso lindo dos lábios.
Mãe nos mostra o que é disciplina e o que é bagunça. Mãe nos faz chorar e sorrir demasiadamente. Ela erra, claro, ela também é um ser humano, tem seus defeitos, mas seu amor disfarça esses defeitos. Ela sabe ser dura, ser carinhosa. Ah! Só um ser tão especial para carregar outro ser durante meses a fio e ainda assim não cobrar dos filhos tantos meses e depois anos de dedicação.
O olhar de mãe é como um céu em dia de sol perfeito. É como uma luz no fim do túnel. O sorriso de mãe é como uma harpa de notas doces. O amor de mãe é como o elixir da vida.
Mãe é um anjo sem asas. Eu disse sem asas? Desculpe, mas mãe é um ser tão divino que eu não duvido de ela esconder um par de asas lindo. Eu só desejo para esse anjo um dia muito abençoado e que o Altíssimo lhe cubra de bênçãos. E que a mãe das mães, Maria, sede protetora e valedoura de todas as mães. Amém.
Porque mãe é um pedaço do céu na terra.

Dor de Mãe



Parece que foi ontem que te peguei em meus braços. Tão pequeno e tão frágil. Menino com uma missão indiscutivelmente essencial a vida. E hoje olhar você feito homem, com joelhos calejados, ferido pelos homens que tanto amas. Meu peito dói, sinto meu coração quebrar. Essa dor quase insuportável. Ver seu único filho ser torturado dessa forma.
Quando os chicotes te maltrataram, senti meu coração receber todos os golpes, quando uma coroa de espinhos rasgou sua fronte, a minha também sangrou. E em cada queda tua a minha vontade era de te acalentar em meus braços como fazia quando você era apenas um menino. Meus olhos ao encontrarem os  seus falaram mais que palavras, ditaram todo meu amor por ti.
Agora vendo seu sofrimento nessa cruz, meu filho, carne da minha carne, queria eu tomar suas dores. No momento que morrestes queria morrer contigo. E quando uma lança atravessou seu peito o meu coração foi impiedosamente transpassado por uma dor cruel. Hoje te tenho em meus braços, ferido, maltratado e sem o sopro da vida. Beijar-te a fronte foi a maneira de dizer o quanto te amo e o quanto creio em Deus para ter você de volta. Meu filho, meu amado filho. Sangue do meu sangue.

*imagem do filme A Paixão de Cristo

sábado, 8 de maio de 2010

Meu Castelo de Sentimentos Frágeis



Esqueci a maneira certa de esquecer
As palavras sem alicerces que desabaram.
E cada tijolo que foi posto ruiu sem prévio aviso.

Mate a minha dor.
Reconstrua meu castelo de cartas,
Meus sentimentos fortemente frágeis.
Por favor, salve-me desse cansaço.

Meus pormenores são maiores que minhas feridas.
Por isso vou sair, eu sei que vou.
Driblarei as correntes e saltarei de uma colina íngreme.
Sentirei a liberdade circundar meu semblante.
Preciso increpar meus medos.

Por isso, mate o meu cansaço.
Reconstrua minha esperança
E abrace meu sonho.
Por favor, salve-me dessa dor.

E ainda que marquem de maneira impiedosa meu coração
Lembrarei de como esquecer as palavras sem alicerces
Para nunca mais ter de reconstruir
O meu castelo de sentimentos frágeis.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Uma Voz


Abrir os olhos nunca me pareceu tão difícil.
Eu escuto meus sussurros e imagino como farei
Para olhar dentro de mim novamente.
Fito o infinito buscando a voz de um anjo.
Uma estrela me responde:
― Você não está só.

Lágrimas de Alento


Gira, gira meu sentimento.
Embarca meu pensamento
Nesse carrossel sombrio.
Espero que Você me faça descer dele.
Meu pranto devolve meu encanto.
Com minhas lágrimas
Você lava minha alma.

Porque...
Você é meu refugio.
Você é meu auxilio.
Você é meu alento.
Você lava minha alma
Com minhas lágrimas.

Meus soluços estremecem meu peito.
As estrelas parecem ouvir meu apelo.
E continua girando.
O carrossel não quer parar.
Espero que Você me faça descer dele.
Com meus gritos
Você limpa meus pulmões.

Porque...
Você é meu sopro.
Você é meu ar.
Você é minha adrenalina.
Você limpa meus pulmões
Com meus gritos.

Esta noite peço que Você lave minha alma com minhas lágrimas.
Algumas das imagens contidas nesse blog foram retiradas da Web. Se acaso alguma fotografia lhe pertença entre em contato e ela será removida ou receberá os devidos créditos (fica a critério do autor da imagem).


© gdeinspiracao.blogspot.com. Todos os direitos reservados. A cópia ou reprodução parcial ou total não-autorizada de qualquer obra contida nesse Blog está estritamente proíbida.

Plágio é crime!