Inspire-se!

Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente, você estará fazendo o impossível.

São Francisco de Assis

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domingo, 31 de janeiro de 2010

Aprenda ou me deixe ir




Dói em saber que tudo não passou de mentiras, falsas promessas, palavras sem alicerces. A maneira como foram ditas pareceu tão convincente ― tolo eu por acreditar nessas juras de um brilho superficial.
E essas ilusões que ancoraram em meu peito não querem, de maneira alguma, largá-lo. Minha mente é atormentada, perdida, invadida por um caos insano. Largue-me agora. Não repita essas palavras se você de verdade não sente. Não crie novamente em mim um jogo onde eu caia como um tolo.
Não poderia suportar reprisar aquele sofrimento. Por favor, não me trate como se me amasse, pois sua presença não demonstra esse “amor”. Se você não sabe lidar com o que sente, porque me pôs nesse jogo? Aprenda antes que me perca para sempre. Não vou ficar preso a você, isso não me faz bem. Se estiver com o coração confuso eu lhe peço: não me confunda. Lute por mim ou me deixe ir.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Eu distante de mim




Escuto passos, viro as costas.
Meus olhos buscam por um sinal.
E meio que sem pressa balbucio, corto as palavras.
Eu não quero mais ficar aqui,
Preciso destrancar a porta.

 Não tenho tempo.

A direção,
Preciso encontrá-la.
Vasculhar o fundo da gaveta da minha mente.
E mostrar ao mundo o que de real se sente
Quando por horas me perco em pensar tão insistentemente.

Tenho medo.

Na dor se conhece a verdade,
No choro se alivia as dores,
No sorriso se encontram as cores.
No espelho, a vaidade.
Ah! Mundo de total cumplicidade.

Errando sempre por pura idiotice.

Tentando respirar, mas sem êxito.
Tentando estancar as feridas.
Rabiscar o caderno que guarda cada passo dado,
Cada momento vivido, cada choro incontido.
Sei que hoje eu quero respirar.

Hoje quero me encontrar, mas estou distante de mim.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Lembra que eu tinha você





Lembra daqueles momentos em que era só você e eu?
O mundo podia acabar, mas o medo não se apoderava de mim.
Porque eu tinha você.

Lembra dos beijos recheados de promessas futuras?
As horas podiam correr que não ligávamos.
Porque eu tinha você.

Lembra da amizade e cumplicidade?
Podia o mundo estar contra nós, mas eu me sentia forte.
Porque eu tinha você.

Lembra dos dias de tristezas?
As lágrimas só nos uniu cada vez mais. Eu não tinha medo.
Porque eu tinha você.

Lembra de como dizia que me amava?
Meu coração não cabia no peito, tamanha era a felicidade.
Porque eu tinha você.

Lembra como tudo isso acabou?
Minhas noites ficaram tão sombrias. E eu definhava.
E o punhal cravava sempre mais e mais.
Os ventos gelados, as lágrimas quentes.
Tudo isso...
Porque já não tinha mais você.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Sussurros de lágrimas solitárias






Esses sussurros, essas palavras.
Essas incógnitas em meus pensamentos.
O que vês, o que sente.
O que tatua seu nome em minha mente
Solitária, atrapalhada, perdida.

Abrandando os medos esculpidos por dias de tristezas.
Dias esses baixos, insípidos, incolores,
Apenas o preto e branco intercalados,
O cinza escuro.
E Novamente o Preto.

Minha mente teima em tentar desvendar essas incógnitas.
Teima em esculpir seu rosto em meu olhar.
Teima em te procurar em todos os sorrisos,
Em todos os olhares.
E se você não está me passa a rodear a mente
Tudo aquilo que por medo se sente.

E esses sussurros, essas palavras
Vieram por causa da sua distância
E junto vieram as lágrimas
Tristes por esperarem sua volta.


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