Inspire-se!

Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente, você estará fazendo o impossível.

São Francisco de Assis

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Vale a Pena Ler de Novo: Decidir



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Aos Verdadeiros

 

Para que temos amigos?
Seria para nos mostrar como a vida ainda faz algum sentido?
Seria para nos fazer sorrir mesmo quando nosso peito chora?
Ou para extrair gargalhadas mesmo quando o coração sangra?
Tenho plena convicção que amigo de verdade
Está conosco para todos esses momentos.

Para nos fazer sorrir,
Para dividir o chocolate e o refrigerante.
Para olhar na nossa cara e dizer o quanto estamos chatos
Ou o quanto nossa roupa está estranha.

Para que serve o amigo?
Seria para nos dar um ombro onde possamos chorar?
Dá um tampa na nossa cara para acordamos para a vida?
Para ficar do nosso lado sem dizer uma palavra
Nos momentos em que precisamos ficar sozinhos?
Tenho plena convicção que amigo de verdade
Está conosco para todos esses momentos.

Para nos fazer chorar... De alegria.
Para lembrar-se do nosso aniversário.
Para olhar na nossa cara e dizer o quanto somos especiais
E o quanto não trocaria essa amizade por tesouro algum do mundo!

O amigo serve para amar e ser amado.
Temos amigos para amar e sermos amados.
Temos amigos para conseguir viver.
Sem amigos a vida seria vazia.
 


sábado, 17 de novembro de 2012

Minha Armadura



De repente, ó aurora.
Rendeu meus anseios,
Quebrou meus pesadelos
E me revestiu da mais bela armadura.

Insolitamente, ó raiar do dia.
Fez o orvalho brilhar com tua luz,
Embriagou-me de sonhos
E me deixou num emaranhado de sensações.
Somou o que sou com o que quero ser.

Inexplicavelmente, ó nuvens puras.
Tomou meus pensamentos,
Traduziu minha imaginação
E tomou a forma de um pássaro.
Vi meu pensamento voar no céu.

Do nada, ó saudade.
Apertou meu peito,
Roubou uma lágrima
E me fez cantar algo triste.
Mas isso é passageiro
E logo vêm as boas lembranças.

De repente, ó gritos do alvorecer.
Despertou o meu peito,
Embalou meu sossego
E lavou-me com águas cristalinas.
Quebrando meus pesadelos
E me revestindo da mais bela armadura —
O sorriso.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Anseio

 

Os pássaros cantam ao amanhecer.
Flores bailam com o vento,
Irreverentes elas bailam.
Cada criatura sorri
Com cada raio de sol que desponta.

Traga-me o que anseio, traga-me amor.

Cores de novembro.
Esperança no que há de vir.
Ventos dos sorrisos
Saudade que se finda.

Ora saudade, ora lembrança.
Ora, dá no mesmo!
Tempo me escute: ajuda-me!
Cesse o aperto da saudade,
Traga-me abraços e vontades.

Traga-me o que anseio, traga-me amor.

Cheiros de novembro,
Aromas que há de vir.
Perfume dos sorrisos.
Saudades hão de ter fim.

 

Andarilho

 

Andarilho...
Becos, ruas, vielas e esquinas.
Cada passo uma história de vida.
De pais que perderam seus filhos.
De abraços entre tios e sobrinhos.
Cada história que vejo e ouço
Vive em mim.

Andarilho...
Trilhos, trilhas, estradas e subidas.
Novos horizontes penetram meu interior.
Cada manifestação da natureza
É um simples e perfeito milagre do Criador.
Cada pássaro que canta e cada flor que nasce
Vive em mim.

Andarilho...
Sol, chuva, calor e frio.
Cada tempo um sentido, um sentimento.
Do amor que nasceu em mim
E da saudade que me acompanha.
Pois ando sem rumo, só me restando a lembrança
E a vontade de parar
Quando finalmente teus olhos encontrar.

Andarilho...
Becos, trilhos, sol e frio.
Sou apenas um caminhante
Com olhos incessantes
Em busca de um lugar
Onde em mim
Nasça a vontade de fincar raízes e repousar.
 

sábado, 10 de novembro de 2012

Dois Corações


Ame como me ama o amor.
Da forma mais sutil e suave.
De bom grado e cheio de felicidade.
Com olhos serenos e sorriso aberto.

Em meio aos suspiros dançantes
Há sempre um pulsar trepidante.

Há uma escuridão no passado
Que se afasta com a luz do presente
E que mais longe ainda se fará
Com o futuro que nos espera.

Nós sonhamos isso hoje,
Viveremos isso amanhã.
Pois você me ama com amor intenso.
Nossos desejos são como chamas um para o outro.

Em meio aos suspiros dançantes
Há sempre um coração batendo.

Mas também há o medo.
O “se” que teima em estar presente.
As dificuldades que impedem o ser e o estar.
Contudo, há o amor que vence qualquer medo,
Que deixa o “se” sem efeito.
E nos enche do desejo de estarmos juntos.

Em meio aos suspiros dançantes
Há sempre dois corações batendo juntos
Como se fossem apenas um.
Mas são apenas um... Somos.


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