Inspire-se!

Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente, você estará fazendo o impossível.

São Francisco de Assis

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domingo, 29 de novembro de 2015

Quero-quero

 

Quero abrir meus olhos
Com os primeiros raios de sol
Respirar fundo
Sorrir para o espelho.

Quero nadar nas águas calmas da manhã
E voar na turbulência da minha tarde.
Para desafiar a noite que espreita.

Ah, eu quero dançar em cima da mesa.
Não há medo quando se está livre.
Eu quero sonhar que sou um pássaro.
Ah, eu quero dançar em cima da mesa.
No topo da montanha mais alta.

Quero beijar a lua que reflete
Nas águas cristalinas dos meus olhos.
Quero brindar os suspiros que gritam no meu peito.
E beber cada gota de felicidade
Até me embriagar de contentamento.

Ah, eu quero dançar em cima da mesa.
Não há dor quando se está dançando.
Eu quero imaginar que sou uma folha em branco
Pronta para ser escrita.
Ah, eu quero dançar em cima da mesa.
No topo do monte mais alto.

Não importa se o ar está rarefeito.
Eu quero dançar em cima da mesa.
Na nuvem mais alta.
No infinito azul do céu.
 

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Meio

Meio tempo, meia hora. Meu amor, vê se não demora. Meia vida, meia estrada. Estou bem no meio. Meio eu estou. 
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(Sobre me sentir incompleto completo).

sábado, 31 de outubro de 2015

I'm Bleeding Out

 

Naquela noite
Eu vi seus olhos
Provei teu beijo
Eu enfraqueci.

Naquela noite
Eu queria mais
Corri atrás
Eu fiquei.

Naquela noite
Senti teu corpo
Senti teu calor
Eu enrubesci.

Naquela noite
Fui teu
Teu beijo foi meu
Eu sorri.

Naquela noite
Fui feliz
Fui amado
Eu amei.

Na manhã seguinte
Acordei e percebi
Que naquela noite
Apenas sonhei
Eu chorei.

“If I run to you will you hold me in your arms forevermore?”*

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*Third Day. If I run to you. Trecho.
 

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Límpido

 

Minha cabeça se agita
 Com o som dos risos do futuro que encosta.
O tempo que passa
Felizmente lava e leva o que for preciso.

Sentindo como se nenhuma dor fosse forte o bastante.
Ouvindo os passos do passado cada vez mais distantes
Eu abraço tão forte o presente que sinto seu coração vivo.
E se eu sonhasse ou cantasse ou escrevesse...

Meu peito vibra como luzes de natal.
A voz quer dançar e o corpo quer cantar.
Os membros se agitam
Com a melodia do presente em harmonia com o futuro.

Sentindo como se nenhuma flor fosse murchar.
Ouvindo os pássaros do passado alçarem voos longínquos.
Eu sorrio tão docemente que sinto o peito regozijar.
E se eu voasse ou gritasse ou escrevesse...

Os olhos se banham
Nas luzes do dia que acorda feito criança
Puro, alvo, iluminado.
E se iluminam
No reflexo do espelho d’água que corre livremente.

Sentindo como se nenhum amor fosse acabar.
Ouvindo as batidas ritmadas do peito inflado de contentamento.
Sorrio...
E se eu sorrisse, orasse ou amasse?
Eu sorrio, oro e amo.

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