Inspire-se!

Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente, você estará fazendo o impossível.

São Francisco de Assis

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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Sopro de um Palhaço

 


 Sou um palhaço navegante
No meu mar, no meu picadeiro.
Sou contemplante de estrelas.
Aquelas que brilham em noites de luar.

Sou brisa viajante
Nos campos, no horizonte.
Onde as lágrimas se perdem
Em dias que se tem de celebrar.

Sou um palhaço andarilho
Equilibrando-me nos trilhos
Do trem da vida
Em dias que preciso andar.

Sou brisa refrescante
Que passa soprando,
Que baila no teu rosto
Em dias que o frio teima em ficar.

Sou palhaço navegante
Amigo dos sorrisos.
Sou brisa viajante,
Amiga do vento.

De tempos em tempos
Sou palhaço andarilho e fria brisa
Correndo nas campinas
Onde os passarinhos escolheram morar.


domingo, 24 de junho de 2012

Flor da Esperança

 


Manhã clara.
Sol resplandecente.
Nuvens alvas, limpidamente reluzentes.

Ô sabor doce.
Equidistante está do sorriso e da lágrima,
Do abraço e dos braços vazios.
Ô puro sabor, leve-me a senti-lo novamente.

Tarde de céu azul.
O moinho a girar por culpa da brisa,
Meu riso a ecoar no peito
E nossos sonhos a marcar nossos sorrisos.

Ô sabor doce.
O amargo de antes, hoje adoçado por ti.
 Às léguas esteve teu peito de mim.
Ô puro sabor, leve-me a senti-lo novamente.

Ao nosso redor paira a esperança
Que me faz respirar ofegante
Quando passo a encarar a possibilidade
De sentir esse doce sabor novamente.
De respirar a doçura do teu cheiro.

Ô doce sabor.
Equidistante está do sorriso e da lágrima.
O amargo de antes, hoje adoçado por ti.
Faz-me sentir que o mel da esperança é mais doce
Que o aroma de muitas outras flores.


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Inspire-se!


sexta-feira, 15 de junho de 2012

O Infinito em um Gesto

 



Abraço é cura.
É remédio para as dores da alma.
Um sopro de alento, quando verdadeiro.
Um abrasar que faz o sangue fluir
Como rios caudalosos em dias quentes.

É extraordinário e tão singelo.
Tão simples e tão complexo.
Abraço é um infinito em um gesto.

Abraço é comunhão.
Abraço que é abraço une corpo e coração
E cala a voz da angústia.
Mostra-nos o quão vivo estamos.

Ninguém demonstra amor apenas com palavras.
Abraço é impreterível e irrevogável.
É ouro precioso e sonhos doces.
Abraço é um infinito em um gesto.

Traz de volta o ar aos pulmões.
Traz de volta o calor aos corações.
Traz o mais belo sorriso.

Abraço é deleite.
Reergue-nos quando o peso da vida nos põe para baixo.
Abraço fertiliza o solo do coração,
Prepara-o para que dele brote os mais belos sentimentos.

Abraço é cura, comunhão e deleite.
Abraço é um infinito em um simples gesto perfeito.


terça-feira, 12 de junho de 2012

Meu Amo'r

 


E eu já havia desistido do amor... Já estava cansado de procurar.
Até que...

Um dia tão esperado,
Encontro marcado,
Olhares trocados pela primeira vez.
O primeiro beijo e um pedido em uníssono:
Quer namorar comigo?
E um SIM dito entre beijos.

Hoje
Cada palpitar do teu peito me aquece.
Teus olhos me guiam até os teus braços.
Eu te amo!
Seu abraço a me proteger... Minha segurança.
Seus beijos a me tirar o ar... Meu desejo.
Seu corpo a me aquecer.
Meu amor, eu te amo!

Quem diria que naquele dia selaríamos esse sentimento.
Quem diria que naquele dia esse sentimento nasceria
E cresceria a ponto de te tornar a minha vida.

Hoje, somos um.
Sem distâncias, sem medos, sem pressa.
Duas almas unidas por um sentimento.
Intenso...
Hoje, sonhamos um mesmo sonho.
Olhamos o mesmo luar.
Seguimos um mesmo caminho,
Eu em direção a você.
Eu te amo!

Hoje, o que antes parecia que não daria certo,
Resiste a todas as dificuldades e cresce.
Como chama alimentada pelo oxigênio, cresce.
Cresce no ritmo das batidas do meu coração.

Antes de terminar,
Olhando aquela nossa primeira foto,
Digo que quero você, apenas você,
Ontem, hoje e sempre.
Porque é você quem eu amo.
Hoje eu sinto o que é amar graças a você.
Você me completa.
Você me faz feliz.

Só queria você aqui para eu deitar em teus braços.








domingo, 10 de junho de 2012

De Tempos em Tempos

 


Se eu não tentasse desvendar
Nas linhas desse velho livro empoeirado
O segredo de tão algoz solidão
Seria como se eu deixasse que a vida decidisse por mim.

Embora os medos tenham se esgueirado por valas rasas
E se distanciado a léguas de mim
 Proponho um merecimento ao pranto.
É nas suas salgadas águas que vai a impureza de minh’alma.

De tempos em tempos, sem explicação,
Suplico ao meu peito que,
Embebecido de um sentimento estranhamente desconhecido,
Não chores.
Ou se mesmo assim o queiras
Que chores até que chegue um sono tranquilo.
Mas exijo que sorria ao nascer do próximo dia.

Mas se eu não tentasse decifrar dentro desse pobre peito
O segredo de inquietos sintomas solitários
Não estaria no caminho reto
Onde me acharei abraçado com a felicidade.


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