Inspire-se!

Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente, você estará fazendo o impossível.

São Francisco de Assis

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domingo, 10 de junho de 2012

De Tempos em Tempos

 


Se eu não tentasse desvendar
Nas linhas desse velho livro empoeirado
O segredo de tão algoz solidão
Seria como se eu deixasse que a vida decidisse por mim.

Embora os medos tenham se esgueirado por valas rasas
E se distanciado a léguas de mim
 Proponho um merecimento ao pranto.
É nas suas salgadas águas que vai a impureza de minh’alma.

De tempos em tempos, sem explicação,
Suplico ao meu peito que,
Embebecido de um sentimento estranhamente desconhecido,
Não chores.
Ou se mesmo assim o queiras
Que chores até que chegue um sono tranquilo.
Mas exijo que sorria ao nascer do próximo dia.

Mas se eu não tentasse decifrar dentro desse pobre peito
O segredo de inquietos sintomas solitários
Não estaria no caminho reto
Onde me acharei abraçado com a felicidade.


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