
Numa noite sombria, transpassa a lança da dor em meu peito sofrido por um golpe certeiro. Tento de várias maneiras me livrar desse golpe que foi deferido tão suavemente contra mim. Busquei uma cura imediata, já que a ponta dessa lança estava embriagada de um veneno que normalmente não mata, mas que causa um sofrimento solitário, intrigante, depressivo. Mas e a cura? Pensei. E a Solução? Clamar. Então clamei. Gritei por Deus, sofri, me entreguei, chorei. E com as lágrimas foram-se as dores, o veneno, porém não de imediato como eu queria, pois meu tempo poderia está ferido, mas o tempo das coisas acontecerem pertence a Deus. E a mim restou à paciência, e suportar a dor até o tempo da cura de Deus chegar.


1 Comentários:
Nós temos uma inerente habilidade de cura,
mesmo que a ferida seja uma das maiores e profundas.. com o tempo, curamo-nos.
E Deus é indispensável claro.
:]
Postar um comentário